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terça-feira, 21 de junho de 2016

Ritmo de queda na indústria da construção perde intensidade em maio





A atividade da indústria da construção continua em queda, mas, em maio, o ritmo do recuo foi menos intenso. O índice de evolução do nível de atividade registrou 40,1 pontos no mês passado contra 36,4 pontos em abril, conforme os números da Sondagem Indústria da Construção, divulgada pelas Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), nesta segunda-feira, 20 de junho. Os números da pesquisa variam de zero a cem pontos. Quando estão abaixo de 50 são negativos e quanto mais abaixo de 50 pontos, maior e mais disseminada é a retração na atividade e no emprego.



O indicador de evolução do número de empregados também apresentou leve melhora, apesar de continuar em queda. O índice, que era de 35,7 pontos em abril, passou para 38,1 pontos em maio. Embora os dados indiquem um quadro de retração na indústria da construção, o cenário tem se tornado menos adverso. Os indicadores permanecem abaixo dos 50 pontos, mas se aproximam lentamente da linha divisória, o que indica redução do ritmo de queda.

domingo, 20 de março de 2016

Esta tramitando no Senado Federal: Aluguel de imóveis: exigência de fiador poderá ser proibida

 Exigência de fiador poderá ser proibida!!!!

Ninguém gosta de ser fiador. E pedir a alguém para ser seu fiador é um constrangimento que todos gostariam de evitar






Ninguém gosta de ser fiador. E pedir a alguém para ser seu fiador é um constrangimento que todos gostariam de evitar. É pensando nisso que o senador Paulo Paim (PT-RS) quer eliminar da Lei do Inquilinato (Lei 8.245/1991) o inciso que permite aos proprietários de imóveis exigir dos inquilinos a apresentação de fiadores em contratos de aluguel. A mudança é feita pelo PLS 114/2016, que tramita na Comissão de Assuntos Econômicos.

O projeto, entretanto, continua permitindo a exigência, como garantia do contrato, da realização de depósito caução, seguro fiança ou cessão fiduciária de quotas de fundo de investimento. 

O depósito caução que consiste em depositar no banco um valor acordado entre as partes e que poderá ser sacado pelo locador no caso de atraso do aluguel, ou pelo inquilino após o encerramento do contrato. Ou seja, se não tiver nenhum débito pendente, o inquilino recupera esse valor no final.

O seguro fiança é uma modalidade de seguro semelhante ao de automóveis. Nele, o inquilino paga um prêmio à instituição financeira e, no caso de necessidade, usa o seguro para quitar seus débitos de aluguel. 

Já a cessão fiduciária de quotas de fundo de investimento como forma de garantia do contrato de aluguel consiste no seguinte: o inquilino faz aplicações financeiras em um fundo de investimento que permite esse tipo de cláusula, e associa a esse fundo seu contrato de aluguel. No caso de inadimplência, o locador pode solicitar a transferência das cotas do fundo necessárias à quitação do débito. 
fonte: 



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VISITE: http://www.ubiratanimoveis.com.br/

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

FGTS dará o tom do mercado imobiliário em 2016, avalia diretor de Habitação da Caixa




Construção e Mercado, Edição 174, jan/2016

A habitação popular, puxada pela nova faixa 1,5 do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), será a protagonista do mercado em 2016, segundo o diretor de Habitação da Caixa Econômica Federal, Teotônio Rezende. "A faixa 2 tem sido o carro-chefe, mas a nossa expectativa para 2016 é de que a nova faixa 1,5 seja o principal produto da habitação social em termos de financiamentos. Depois virão: faixa 3, SBPE e, por último, a faixa 1", disse, em entrevista à Construção Mercado no fim de novembro.

Em período de crise econômica e escassez de crédito, o segmento de moradias populares vem ganhando espaço, sustentado por financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Na Caixa, detentora de 75% do mercado de crédito imobiliário, o volume de empréstimos para construção e compra de imóveis atingiu R$ 69,9 bilhões entre janeiro e setembro de 2015, queda de 26,0% em relação aos mesmos meses do ano anterior. Desse total, os empréstimos com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) baixaram 43,6%, para R$ 30,1 bilhões. Já o crédito com origem no FGTS teve alta de 28,8%, para R$ 37,9 bilhões. "O grande tom do mercado em 2016 é o Fundo de Garantia."


quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

SÉRIO 48 HORAS SEM WHATSAPP, ACREDITE!!!




Pronto para ficar dois dias sem WhatsApp? Justiça determina que o serviço seja cortado por 48 horas


Medida foi imposta pela Justiça de São Paulo e deve ser cumprida pela operadoras


Nesta quarta-feira (16), as operadoras de telefonia móvel receberam uma ordem judicial para cortar o serviço de mensagens WhatsApp em todo o Brasil por 48 horas. A medida foi imposta pela 1ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo (SP) por meio de uma medida cautelar, mas o autor da ação não foi divulgado pelo processo correr em segredo de justiça. Segundo o Tribunal de Justiça, o WhatsApp não cumpriu duas determinações judiciais dos dias 23 de julho e 7 de agosto de 2015. Uma multa foi fixada para punir o não cumprimento da ordem.
De acordo com a Sinditelebrasil, as operadoras irão cumprir a determinação que começa a valer a partir desta quinta-feira (17).

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Polícia Civil investiga casos do 'golpe do falso imóvel' em Campinas, SP



Vítima afirma ter perdido R$ 150 mil na compra de um apartamento.  
Pelo menos três ocorrências são apuradas no 2º DP, afirma delegado.
O morador afirma que pagou R$ 20 mil de sinal e que depois, questionou o suposto contrato e falou, inclusive, com uma mulher que se passou por funcionária da construtora.

A Polícia Civil investiga pelo menos três casos de pessoas que afirmam ter sido vítimas do "golpe do falso imóvel", em Campinas (SP). Elas viram os anúncios em um dos maiores sites de classificados de compra e venda de imóveis e iniciaram a negociação com uma suposta vendedora. No entanto, os bens nunca foram entregues.
Uma das vítimas afirma ter perdido no golpe R$ 150 mil na compra de um apartamento. "Quem apresentou pra gente o apartamento no dia foi o corretor e disse que a dona era uma investidora. Mas, como o imóvel ainda não tinha toda a documentação certinha, tinha que fazer um contrato de cessão direto com a construtora", conta.
Desconfiança
"Ligou uma pessoa falando que era da HM, construtora lá de Barretos, que podia ficar tranquilo, que o negócio era seguro", conta.
Mas, conforme as condições foram sendo dificultadas e a chave não era entregue, ele e a mulher desconfiaram que seriam um golpe.
"Antes, a gente deu o restante que era R$ 130 mil. Só que chegou um dia que a gente começou a fazer contato direto com a construtora, daí foi que a gente descobriu toda a farsa, que o contrato era falso, que ela já tinha dado o golpe em outras pessoas também. A gente ficou 10 anos juntando para conseguir e uma pessoa safada dessa levou todo o dinheiro nosso", desabafa. O apartamento pago nunca foi entregue e a vendedora não era dona do imóvel.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Habitação popular será foco da Caixa em 2016


Nova faixa de renda do Minha Casa Minha Vida deve ampliar a demanda por moradias de até R$ 200 mil

O segmento de habitação popular, com imóveis no valor máximo de R$ 200 mil, será o foco do financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal em 2016. “Nós vamos aplicar mais crédito em habitação popular no ano que vem do que em 2015”, afirmou nesta quarta-feira (2) o diretor executivo de Habitação da Caixa, Teotonio Rezende.
Os empréstimos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) somaram R$ 37,9 milhões até setembro, volume próximo aos R$ 40,9 bilhões concedidos durante o ano passado inteiro. Além disso, esses financiamentos superaram pela primeira vez as contratações com recursos da poupança (R$ 32,1 bilhões), segundo o balanço do terceiro trimestre da instituição.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Saiba como fica o financiamento imobiliário após a separação



A separação não exime o pagamento da dívida

É muito importante definir no momento da separação ou divórcio como ficará a questão do imóvel obtido com financiamento durante o casamento. Isto deve ocorrer independentemente de a propriedade ter sido adquirida na proporção de 50% para cada um dos cônjuges ou o financiamento ter sido integralmente pago por apenas um deles.
O fato de o casal separar-se não exime o pagamento da dívida. O não pagamento das prestações e demais encargos, após os procedimentos de execução estabelecidos pela legislação, leva o imóvel a leilão público.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

QUANTO A RESPONSABILIDADE DO CORRETOR DE IMÓVEIS NOS ANÚNCIOS DE EMPREENDIMENTOS SEM INCORPORAÇÃO.




####vedada ao Corretor de Imóveis:

Art. 20. […] V – Anunciar imóvel loteado ou em condomínio sem mencionar o número do registro do loteamento ou da incorporação no Registro de Imóveis[…](Brasil, lei 6.530 de 12 de maio de 1978);###



Conforme traz a legislação que regulamenta a profissão do Corretor de Imóveis, compete a este profissional “exercer a intermediação na compra, venda, permuta e locação de imóveis…”(Art. 3º – Lei 4.591 de 16 de dezembro de 1964). É evidente que para bom desenvolvimento do seu trabalho, será indispensável que se faça uma ampla divulgação dos imóveis que possui para serem negociados.

É nessa DIVULGAÇÃO que o Corretor de Imóveis deve ter cautela, principalmente quando estamos tratando de “IMÓVEIS NA PLANTA”. A lei 6.530 de 12 de maio de 1978, que regulamenta a profissão de Corretor de Imóveis, em seu artigo 20, inciso V vedada ao Corretor de Imóveis:

Art. 20. […] V – Anunciar imóvel loteado ou em condomínio sem mencionar o número do registro do loteamento ou da incorporação no Registro de Imóveis[…](Brasil, lei 6.530 de 12 de maio de 1978);

Cartórios são obrigados a incluir número de CRECI e o nome do corretor nas escrituras


O presidente do CRECI, Nogueira Neto, acredita que a lei é um avanço para a categoria
Está em vigor no Piauí a lei que torna obrigatória a inclusão do nome do corretor de imóveis nas escrituras públicas e contratos de financiamentos imobiliários. A medida impede o exercício ilegal da profissão e, consequentemente, garante a segurança da população na hora de comprar ou vender um imóvel. A Corregedoria Geral de Justiça, por meio do desembargador Francisco Paes Landim, já notificou os cartórios de Notas e registros de Imóveis para a aplicação da lei.
A Lei n° 6.517, de autoria da deputada estadual, Margarete Coelho (PP), inclui nas escrituras públicas o nome e a inscrição no Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI) da pessoa física ou jurídica responsável pela intermediação de negócios imobiliários. O projeto deve beneficiar os profissionais do setor imobiliário e todos os envolvidos nas negociações de imóveis. E em caso de descumprimento, conforme prevê a lei, os cartórios estão sujeitos à multa no valor de R$ 1 mil.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

MUDOU! Decisão incentiva bancos privados que operam no ramo imobiliário a emprestarem mais. A instituição financeira terá mais dinheiro para conceder novos financiamentos


MUDOU!  Decisão incentiva bancos privados que operam no ramo imobiliário a emprestarem mais. A instituição financeira terá mais dinheiro para conceder novos financiamentos


Banco Central estimula bancos  a financiarem mais de 80% do valor do imóvel


Os bancos ganharam um incentivo para financiar mais de 80% do valor do imóvel. O Banco Central (BC) diminuiu a parcela que os bancos são obrigados a deixar parada no caixa para cumprir os requerimentos mínimos de capital nos financiamentos de maior valor.
A decisão foi divulgada pelo BC logo após reunião do Conselho Monetário Nacional que definiu mudanças na regulação que reduz o risco de operações de crédito do sistema financeiro, na última quinta-feira (29).
Até agora, os bancos que financiassem pelo menos 80% do valor do imóvel, nas operações enquadradas como de varejo, eram obrigados a deixar 75% do empréstimo parado no caixa como requerimento de capital.
Para operações mais caras, não consideradas como de varejo, a exigência subia para 100% do valor. Até o mutuário terminar de pagar o empréstimo, o banco não podia mexer nesse dinheiro.
Agora, o BC autorizou que, quando o cliente começar a pagar as parcelas e estiver devendo 80% do imóvel, o banco deixe apenas 35% do total do empréstimo imobilizado.
Dessa forma, a instituição financeira terá mais dinheiro para conceder novos financiamentos. Com a decisão, os financiamentos de pelo menos 80% do valor do imóvel passarão a ter o mesmo tratamento das operações abaixo desse limite, que tinham requerimento de capital de 35%.
De acordo com o BC, a mudança servirá como estímulo para os bancos ampliarem o limite de financiamento imobiliário. As novas regras, no entanto, não resultam em alteração para a Caixa Econômica, que concentra 70% do crédito imobiliário no país.
No fim de abril, o banco reduziu, de 80% para 50%, o teto de financiamento pelo Sistema Financeiro da Habitação. Até então, a instituição era a única a financiar mais de 80% do valor do imóvel. No entanto, a decisão incentiva bancos privados que operam no ramo imobiliário a emprestarem mais

Veja o que DIZ o PORTAL VIVA sobre o NOVO TETO do Programa Minha Casa, Minha Vida.

Em agosto, a Caixa Econômica Federal anunciou também as regras para a fase 3 do Minha Casa, Minha Vida – ainda sem data certa para entrar em vigor. Nessa nova fase, a principal mudança é a criação de uma faixa intermediária de renda familiar para ingressar no programa.



fonte: http://www.vivareal.com.br

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Nova Fase do MINHA CASA, MINHA VIDA.


É hora de realizar sonhos? Veja o que dizem especialistas sobre a compra da casa própria


Momento econômico, com alta nos juros e restrição de crédito pode adiar a compra da casa própria, um dos bens mais desejados do brasileiro


Após dez anos juntando dinheiro, o administrador pernambucano Rodolpho Veras vai finalmente sair da casa dos pais e comprar o seu primeiro imóvel. Ele fez tudo certinho: economizou 20% do salário, não assumiu dívidas grandes, investiu no seu relacionamento com o banco e, depois de se casar no início deste ano, começou uma incessante pesquisa de mercado. Com tudo planejado, Rodolpho não contava com a atual instabilidade econômica que, como consequência, trouxe o aumento das taxas de juros dos financiamentos imobiliários em todos os bancos e ainda importantes restrições de crédito na Caixa Econômica, que hoje detém 70% do mercado. Agora, ele se pergunta, com esse cenário, ainda dá para realizar o sonho da casa própria?
“Quando se tem uma boa entrada, existe a real necessidade da compra e disposição para pesquisar e negociar, é possível que o consumidor até leve vantagem. Em comparação com outras fases do mercado imobiliário, como em 2013, quando tivemos o boom da construção civil, o período atual é de maior oferta do que demanda”, afirma Roberto Vertamatti, diretor da Associação Nacional dos Executivos em Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Segundo ele, no que diz respeito ao crédito, porém, o quadro não está tão favorável, uma vez que houve aumentos recentes nas taxas de todos os bancos. Só na Caixa, foram três reajustes nos juros este ano e a instituição ainda baixou o limite de financiamento de imóveis. Para os novos, o teto passou de 90% para 80% e, para usados, de 80% para 50%.
Apesar disso, Vertamatti acredita em uma recuperação do mercado em 2016, principalmente, se as reformas propostas recentemente pelo governo federal forem efetivadas. “Quem puder esperar, tem chance de conseguir melhores taxas e talvez menores limitações de crédito no último trimestre de 2016, caso o ajuste fiscal e econômico saia do papel.”
Os juros não eram esperados por Rodolpho, que economizou 20% do salário todos os meses. Foto: Rodrigo Silva/DP/DA Press
Os juros não eram esperados por Rodolpho, que economizou 20% do salário todos os meses. Foto: Rodrigo Silva/DP/DA Press
 Para Rodolpho Veras, essa não é uma opção. “Vou comprar até janeiro. Mesmo assustado com a alta das taxas e com o elevado valor dos imóveis, sei que tenho uma vantagem em mãos, que é mais 20% do valor de entrada”, enfatiza. Apesar disso, ele reconhece que a busca pelo apartamento ideal está sendo complicada. “Os imóveis novos estão caros e pequenos. Já os usados têm o condomínio mais alto e estão com preços que não condizem com a recessão que estamos vivendo. Ainda assim, com paciência e negociando sempre as condições da venda, estou cada vez mais perto de efetivar essa meta”, completa.
O engenheiro de minas e servidor público Rafael Pepê, que comprou sua casa própria há poucos meses, acredita que o mercado de hoje compensa as taxas baixas do início do ano. “Tinha uma entrada de R$ 60 mil, mas não consegui descontos na época porque ainda existia muita procura. Por outro lado, consegui uma taxa de 9% ao ano na Caixa, muito boa no quadro atual. Ainda assim, se fosse comprar agora, com a entrada que tinha, conseguiria um preço melhor comprando de pessoas que estão repassando.” Vale ressaltar que, no momento, o financiamento para funcionários públicos na Caixa está com taxa de 9,5% ao ano.


sábado, 7 de fevereiro de 2015

Taxa de ocupação e coeficiente de aproveitamento


Taxa de ocupação e coeficiente de aproveitamento - Você sabe a importancia de ter essa informação antes de comprar um terreno?


TAXA DE OCUPAÇÃO (TO)

A TO é a relação percentual entre a projeção da edificação e a área do terreno. Ou seja, ela representa a porcentagem do terreno sobre o qual há edificação.
Leia mais aqui: http://urbanidades.arq.br/2007/12/taxa-de-ocupacao-e-coeficiente-de-aproveitamento/


Material interessante aqui -- >>  https://app.box.com/shared/ibcsycagw4


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